29 junho, 2011

Fazer o bem cansa...






========================================
"E não nos cansemos de fazer o bem..."
Carta do Apóstolo Paulo aos Gálatas cap.6 verso 9


Ontem estava conversando com meu amigo José Cruz no Messenger.


Em um momento da conversa falávamos que todos gostam de usar frases do tipo "eu sou do bem", "eu sou uma pessoa boa" ou até "eu não faço mal pra ninguém".
Dificilmente você vai ouvir alguém dizer "eu sou falho, eu erro e nem sempre sou bom com as pessoas".


Ninguém quer assumir isso .

As pessoas se consideram boas dentro do padrão de bondade que criaram pra si mesmas e "está bom assim".

Mas a Verdade é que ninguém é naturalmente bom.
Vimos a algumas semanas atráz o caso do rapaz que foi linchado na porta de uma boate por mais de 15 jovens. Testemunhas dizem e as câmeras revelam que um começou a bater nele e outros foram chegando. Esse caso ilustra uma realidade comum da natureza humana: basta alguém começar uma maldade que o "reforço" aparece rapidamente.
Diante desse caso do linchamento, todos nós como população nos revoltamos e dizemos: "Meu Deus, que absurdo!".


Só que em contraponto temos visto pessoas no nosso país lutando contra a corrupção, desigualdades sociais e violência e elas sempre tem que apelar para chamar a nossa atenção pois se vêem lutando sozinhas diante de um monstro gigante.

Questão: Por que a maldade consegue apoio tão rápido para realizar mais seu objetivo e a solidariedade é sempre um caminho solitário e cansativo?
Se somos tão bons, por que sempre são necessárias mobilizações, campanhas e um apelo para nos fazer acordar diante das crises sociais? Isso mostra que fazer o bem não é algo natural em nós e requer sempre um esforço a mais com várias tentativas.


Nossa tendência é cansar de fazer o bem, e dormir no barulho do mal. Deixar de pensar só em mim mesmo e começar a pensar no próximo requer um esforço interno onde tenho que dizer não para a minha natural indiferença. A isso chamamos de Limites que nos foram ensinados quando crianças.

Não usar a violência quando estou irado com o meu próximo requer auto-controle: tenho que puxar as rédeas e controlar o animal dentro de mim.

Sendo assim, fazer o bem não é algo natural em nós e sim uma busca.

O nosso estado natural é sempre de egoísmo, indiferença e vingança. Sempre temos que fazer um esforço e dizer não a nós mesmos pra fazer o bem de fato.

Prova disso é a aquela famosa frase popular: "Você não pode ser muito bonzinho nesse mundo, se não você roda". Hoje em dia a malícia tem status de "virtude".

Não são poucas as vezes que nos pegamos em conflito, pensando se vale a pena fazer o bem e ser honesto.

A canseira nos atinge e questionamos: é possível ser justo?
O justo viverá da Fé.


A Fé no Amor e na Justiça quem vem de Deus é o caminho de busca por esses atributos que estão além de nós.

É essa busca que nos justifica e não nossas bem intencionadas auto-justificações. Vivemos em um país onde muita das vezes é mais vantajoso usar a malícia do que buscar a auto-doação e a justiça.
A escolha é nossa: deixar o mal nos vencer pelo cansaço ou não nos cansarmos de buscar fazer o bem.

“Bastará não fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar sua posição futura?


Não...., é preciso fazer o bem no limite de suas forças porque cada um responderá por todo mal que resulte do bem que não haja feito”.


========================================

02 junho, 2011

Elegância do Comportamento.....

===================================================
Elegância se aprende.
Assim como todos os comportamentos que desenvolvemos no decorrer de nossa vida.
Viver é um ato de aprendizado constante.
Mas enfim, o que é ser elegante?
Ser elegante está muito mais que conhecer e praticar normas de etiqueta e vai muito além da habilidade ao lidar com talheres, copos e pratos.
Ser elegante é olhar nos olhos de forma natural, reconhecendo no outro o seu valor intrínseco.
Ser elegante é dar bom dia, boa tarde, boa noite.
Atitudes simples, mas que estão ficando fora de uso... uma pena...
Falar com as pessoas com simpatia é extremamente elegante.
Elegante é vestir-se adequadamente para cada situação.
É ouvir com equilíbrio o que o outro tem a dizer.
Oferecer flores é de uma elegância excepcional, por mais que alguns acreditem que está fora de moda.
Abrir a porta para alguém passar é muito elegante. Assim como é elegante agradecer um gesto de solidariedade e compreensão.
Chamar as pessoas pelo nome... Nossa quanta elegância, assim como sorrir de forma sincera e natural é de uma elegância ímpar.
Não palitar os dentes à mesa, não falar alto, nem de boca cheia é de uma elegância encantadora.
Elegante é tratar os demais com respeito e se reportar as pessoas deixando clara a sua importância. Elegante é o gestor que trata sua equipe com cordialidade.
Ser assertivo é de uma elegância fundamental para comunicar-se bem com os outros.
Oferecer ajuda é muito elegante.
Pagar a conta do barzinho ou restaurante de vez em quando é elegante.
Elegante é perdoar. A si mesmo e ao outro.
Presentear é elegante, principalmente fora de datas festivas.
Ser elegante é ser pontual. É ser ético, é ser honesto.
Tratar os pais com respeito e muito amor é divinamente elegante.
Elegante é saber que estamos no mundo de passagem e por isso mesmo devemos viver de forma digna e intensa.
Elegante é ser você mesmo, cada dia melhor.
Elegante é silenciar quando necessário.
É muito elegante falar de Deus... Sem ser invasor. Ter fé é importante, mas sem fanatismo.
Conscientizar-se dos próprios erros além de elegante é sinônimo de sabedoria.
Reconhecer o ser divino dentro de cada um que nos deparamos no dia-a-dia é a maior prova de elegância.
Tratar a natureza com respeito é deveras elegante.
Como disse, ser elegante se aprende e depende somente de uma palavra chamada... ATITUDE.
Seja elegante.
Hoje, amanhã, todos os dias... E não se surpreenda se começar a achar que o mundo ao seu redor tornou-se mais agradável e elegante.

======================================================

01 maio, 2011

O DESTINO DE CADA UM......

======================================================
As pessoas que entram em nossa vida sempre entram por alguma razão, algum propósito.
Elas nos encontram, ou nós as encontramos, meio que sem querer.
Não há programação da hora em que encontraremos estas pessoas.

Assim, tudo o que podemos pensar é que existe um destino, em que cada um encontra aquilo que é importante para si mesmo.
Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente, não nos ofereça nada, ela não entrou por acaso.
Não está passando por nós apenas por passar.
O universo inteiro conspira para que as pessoas se encontrem e resgatem algo com as outras.
Discutir o que cada um nos trará não nos mostrará nada e ainda nos fará perder tempo demais, desperdiçando a oportunidade de conhecer a alma dessas pessoas, de encontrar o destino de cada um....
Conhecer a alma significa conhecer o que as pessoas sentem, o que elas realmente desejam de nós, ou o que elas buscam no mundo, pois só assim é que poderemos tê-las por inteiro em nossa vida.
As pessoas entram na nossa vida às vezes de maneira tão estranha, que nos intrigam até da forma como aconteceu inesperadamente.
Mas cada uma delas é especial.
Mesmo que o momento seja breve, com certeza elas deixarão alguma coisa para nós de forma positiva ou não.
Aproveite para conquistar uma pessoa a cada dia, dar a elas a sua maior atenção, e fazer com que você também seja algo muito importante na vida destas pessoas.
Quando sentir que alguém não lhe agrada, dê uma segunda chance de conhecê-lo melhor, de ver como você realmente é e como vê o mundo....
Você poderá ter muitas surpresas cedendo mais uma oportunidade, e se surpreender no ganho de um novo amigo, uma nova paixão, um novo amor....
Quando sentir que alguém é especial para você, diga a ele o que sente, e terá feito um momento de felicidade na vida de alguém.
Não deixe para fazer as coisas amanhã.
Poderá ser tarde demais.
Faça hoje tudo o que tiver vontade. Abrace seu amigo, seus irmãos, seus filhos.
Dê um sorriso para todos, até para seu inimigo.
Se estiver amando, ame pra valer, viva cada minuto deste amor, sem medir esforços.
Preste bastante atenção em todas as pessoas, pois elas poderão trazer a sua tão esperada felicidade.

===================================

SENSIBILIDADE.....

======================================================
É do ser humano, não tem jeito.
Temos medo .
São tantos tipos, alguns comum a todos, outros específicos de cada pessoa, de acordo com sua história, de seus traumas , de sua infância, ausências de pai, de mãe, conseqüência de vacilo deles, é certo.
Mas ninguém fez faculdade de pai. .
Ninguém fez pós graduação pra ser MÃE.
Os caras botam agente no mundo e isso é coisa pra caramba .
Eles nos deram a vida .
Quer maior demonstração de amor ?
Quantas coisas um pai e uma mãe abrem mão pra nos criar?
Bom, tudo bem, tem aqueles que não criam, ou criam de qualquer jeito, mas mesmo assim, de alguma coisa eles tiveram que abrir mão em suas próprias vidas, e só por isso devia ser fato mais do que suficiente pra sentirmos amor, ou no mínimo gratidão.
Então voltemos ao medo.
Medo de passar fome, medo de ficar doente e não ter quem cuidar da gente, medo de ser traído, medo de ficar sozinho, medo da desonra medo de não ter amigos, medo de morrer.
Poderia ficar enumerando até amanhã todos os medos que o ser humano é capaz de sentir .
Mas resolvi falar do meu .
O medo de perder a SENSIBILIDADE.
Fiquei pensando naquilo que mais precioso eu tinha, e por conseqüência o que mais tinha medo de perder.
Houve épocas que as porradas foram tantas e num espaço tão pequeno de tempo que olhava pra cima e dizia :
“Vai devagar aí Deus, só porque eu sou forte o Senhor resolveu baixar o couro ?
Daqui a pouco eu vou ficar imune e não vou sentir mais nada ...
Sensibilidade....Todo mundo tem.
Mas alguns estão tão distraídos, com coisas tão bestiais, que a esquecem lá no fundo daquela gaveta, trancam e perdem a chave .

Tem gente que resolve arrombar a gaveta em algum momento da vida .
Mas a maioria tem medo.
Como é dolorido , mexer em certas coisas..
Deixa lá.
Mas o problema é que agente sabe que tá lá, que aquela gaveta existe .
E aquela coisa incomoda....
Arrombo a gaveta ?
Não vai dar ...
Acho que não dou conta .
Vamos tocando a vida .. Do jeito que der .
Tem tantas coisas pra fazer ... Tantas coisas pra me ocupar.
Criatividade pra ocupar as 24 horas do meu dia ?
Isso não me falta. Depressão ?
Depressão coisa nenhuma .
Nem tenho tempo pra isso.
No máximo uma depressinha.
Mas às vezes vem aquele incômodo .
Um mal estar .
Uma insatisfação.
Uma raiva.
Uma agressividade .
Um troço sem pé nem cabeça .
Aí você lembra : É a merda daquela gaveta !
Por isso é que eu tenho tanto medo de perder a sensibilidade.
Perder a sensibilidade é o começo do fim.
É o fim da compaixão por aqueles que não tem coragem de arrombar a gaveta .
Todo ataque de raiva, ou ofensas, tentativas de botar os outros pra baixo, esconde uma grande frustração, uma grande tristeza de alguém sem coragem .
E que a minha sensibilidade, possa permitir que antes de responder as ofensas, lembre daquela criança com medo. Medo de arrombar a gaveta.
 
=====================================================

10 fevereiro, 2011

A (O) AUSENTE.....

======================================================
Há várias espécies de dores capazes de atingir os corações humanos.
Qual a mais intensa?
Parece-nos ser aquela que estamos sentindo no momento.
Temos o costume de esquecer o passado e valorizar o sentimento presente como se nada de pior já tivesse acontecido, ou pudesse vir a acontecer.
Isso é uma tendência muito natural do ser humano.


Mesmo assim, existem sofrimentos que se distinguem dos outros, e assumem perante a maioria das criaturas uma condição de maior gravidade.
A morte de um ser querido, por exemplo.
Não há quem não se comova, sofra, sinta verdadeiramente quando um ser amado abandona o envoltório corporal e parte para outro plano da vida.
Pouco importa se a passagem foi repentina, ou não; se foi violenta, ou serena.


Não interessa se aquele que partiu já contava com avançada idade, ou se ainda era jovem.
Não há como mensurar essa espécie de dor.
E cada um a sente, e reage a ela, de forma diversa.
Há aqueles que se entregam, blasfemam e se revoltam.
Há outros que choram, mas que aceitam, envolvendo suas dores no bálsamo da prece e da fé.

“Os que se vão, vão depressa, Ontem, ainda, sorria na espreguiçadeira.
Ontem dizia adeus, ainda da janela.
Ontem vestia, ainda, o vestido tão leve cor-de-rosa.
Os que se vão, vão depressa".


Seus olhos grandes e pretos, há pouco, brilhavam.
Sua voz doce e firme faz pouco ainda falava.
Suas mãos morenas tinham gestos de bênçãos.
No entanto hoje, na festa, ela não estava.
Nem um vestígio dela, sequer.
Decerto sua lembrança nem chegou, como os convidados, Alguns, quase todos, indiferentes e desconhecidos.


Os que se vão, vão depressa Mais depressa que os pássaros que passam no céu.
Mais depressa que o próprio tempo.
Mais depressa que a bondade dos homens.
Mais depressa que os trens correndo, nas noites escuras.
Mais depressa que a estrela fugitiva que mal faz traço no céu. Os que se vão, vão depressa.


Só no coração de quem ama e lembra, é diferente dos outros corações.
Só no coração sempre ferido do ser que ama fica a lembrança de quem já se foi.
Ontem ainda sorria na espreguiçadeira.
E seu coração era grande e infeliz.
Hoje, na festa ela não estava, nem sua lembrança.
Vão depressa, tão depressa os que se vão ...”
*** Não permita que sua dor, seja ela causada pelo motivo que for, o impeça de perceber a beleza de cada momento.
Não deixe que suas lágrimas, por mais sentidas e justas que sejam, turvem sua visão, impossibilitando que seus olhos vejam a vida com clareza e serenidade.


Dedique aos amores que partiram pensamentos otimistas e repletos de confiança no reencontro futuro, sem desespero nem revolta.
Se hoje, na sua rotina, pareceu-lhe que ninguém notou a dor que lhe invadia intensamente o peito, saiba que nada, nem mesmo nossas angústias, passam despercebidas ao pai.
Confie, persista e prossiga, sempre.
Ore por quem se ama e entregue tudo nas mãos do Senhor....


=======================================================

13 janeiro, 2011

A Alegria na Tristeza.....

=====================================================
A gente pode entristecer-se por vários motivos ou por nenhum motivo aparente, a tristeza pode ser por nós mesmos ou pelas dores do mundo, pode advir de uma palavra ou de um gesto, mas que ela sempre aparece e devemos nos aprontar para recebê-la, porque existe uma alegria inesperada na tristeza, que vem do fato de ainda conseguirmos senti-la.

Pode parecer confuso mas é um alento. Olhe para o lado: estamos vivendo numa era em que pessoas matam em briga de trânsito, matam por um boné, matam para se divertir.
Além disso, as pessoas estão sem dinheiro.
Quem tem emprego, segura.
Quem não tem, procura.
Os que possuem um amor desconfiam até da própria sombra, já que há muita oferta de sexo no mercado.
E a gente corre pra caramba, é escravo do relógio, não consegue mais ficar deitado numa rede, lendo um livro, ouvindo música.
Há tanta coisa pra fazer que resta pouco tempo pra sentir.

Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia.
Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta.
Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa.
O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado.
Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições.
Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Uma pessoa triste é evitada.
Não cabe no mundo da propaganda dos cremes dentais, dos pagodes, dos carnavais.
Tristeza parece praga, lepra, doença contagiosa, um estacionamento proibido.
Ok, tristeza não faz realmente bem pra saúde, mas a introspecção é um recuo providencial, pois é quando silenciamos que melhor conversamos com nossos botões.
E dessa conversa sai luz, lições, sinais, e a tristeza acaba saindo também, dando espaço para uma alegria nova e revitalizada.

Triste é não sentir nada.
Triste é não ter amor pra dar, não ter fraternidade, carinho, afeto, e tudo que é realcionado com dar-se sem querer o retorno, em prol de se fazer feliz e se sentir feliz com a felicidade de todos.....
Seja feliz.....
Viva a vida...
=====================================================

11 janeiro, 2011

TUDO BEM NO ANO QUE VEM......

=======================================================
Quase todas as pessoas já se renderam à tentação de, no começo de cada ano, refletir sobre a necessidade de as pessoas fazerem novos projectos e tomarem novas decisões para a próxima temporada – e, claro, também propor que seja feito um balanço do que foi ou não foi realizado no período passado, apesar de este também ter sido iniciado com um rol de promessas bem intencionadas.
Eu não sou excepção e, no passado, através de várias tenativas, fiz coro com muita gente boa: "Ano novo, vida nova!"

No entanto, decorridos tantos novos anos, fez-se luz e aprendi uma valiosa lição que me fez mudar o tom dessas minhas reflexões de início e fim de ano: não há porque elaborar uma bem intencionada lista de novas condutas e planos para vigorar a partir de 1 de Janeiro.
Sem essa frase “ano novo, vida nova”. Chega de “a partir do primeiro dia do novo ano, tudo vai ser diferente”.
Porque isso é o que basta para serem prorrogados todos os prazos das tradicionais promessas de iniciar dietas e ginástica, controlar a gula, diminuir o cigarrinho/uísquinho/cervejinha/chocolate, fazer aquela cirurgia, mudar de emprego, (des)casar, voltar à faculdade – sabe-se lá mais o quê.
Por uma razão muito simples e de uma obviedade encantadora: todos os dias são dias de vida nova, de novas ações e tomada de decisões, seja 17 de Março, 14 de Julho, 12 de Outubro – seja amanhã, hoje ou exatamente agora!
Para algumas pessoas, deixar para começar qualquer projeto ou adotar novos padrões de conduta no próximo ano, a partir de segunda-feira, “um dia destes” ou simplesmente “depois” acaba por ser uma maneira cômoda e fácil de adiar a necessidade de reconhecer e assumir uma mudança na vida – seja na esfera pessoal ou profissional.
Sabe-se que há duas coisas na vida cotidiana que têm o igual poder de inquietar e atemorizar a maioria das pessoas: "mudanças e tomada de decisão".
São coisas em geral tão difíceis de lidar que há uma montanha de cursos, seminários, livros e palestras continuamente disponíveis no mercado sobre esses dois assuntos.
E para complicar a situação, essa dupla terrível anda quase sempre junta. Uma vem logo antes ou logo depois da outra – quando não aparecem ao mesmo tempo.
Pense um pouco e veja se isso não é verdade.
Pois bem, essa história de “Ano novo, vida nova” tem um pouco de ambas. Quando dizemos “vida nova”, estão claras as implicações no que se refere às mudanças.
De acordo com o entendimento geral desta expressão, “vida nova” implica modificar os seus padrões de comportamento habituais, as suas expectativas – e às vezes até a sua filosofia de vida. E isso não é exatamente fácil.
Acontece que qualquer mudança que se pretenda adotar, seja em que contexto for, implicará quase sempre a tomada de várias decisões – como, por exemplo, romper com relações, hábitos, estruturas, contratos e tradições – pessoais ou profissionais.
O que também não costuma ser nada fácil.
Promover mudanças e tomar decisões não são coisas fáceis de fazer, repito, e por isso mesmo são tão valorizadas e admiradas as pessoas que sabem fazê-las com acerto, adequação, firmeza e coerência.
Agora voltemos ao “x” da questão motivadora desta reflexão e que vai contra essa história de “ano novo, vida nova”: as dificuldades inerentes às mudanças e tomadas de decisão não serão maiores nem menores, nem menos fáceis ou difíceis, em determinados dias do ano.
Tanto faz ser o começo, o meio ou o fim dos 365 dias.
O que conta mesmo é a energia interior ou qualquer outra expressão que se dê à palavra “determinação” – e ela está no interior de cada um de nós. Pode até ser de forma latente, mas está lá.
Cabe a cada indivíduo usar adequadamente essa energia para tomar as decisões e promover as mudanças que julgar necessárias para a sua evolução pessoal e profissional e a sua felicidade em geral.
Enfim, ao longo dos tempos, continuemos a abrir champanhes, a cantar e dançar na mudança dos anos, sob a luz e o rebentar dos fogos de artifício – em casa, na avenida, no clube ou na praia. Mas que o pretexto desse momento seja a oportunidade da festa, da alegria e da confraternização com amigos e familiares – mas nunca como sinal de largada para mudanças e decisões que definitivamente não dependem do calendário.



=====================================================

07 janeiro, 2011

Ninguém é de ninguém. Mas você é de você mesmo!.....

======================================================
Essa idéia de que a gente tem uma alma gêmea a ser encontrada, uma pessoa que vai nos completar e nos tornar inteiros faz sentido, é quase verdade!
No entanto, sinto que existem alguns detalhes a serem esclarecidos sobre esse assunto...

Muitas pessoas passam a vida acreditando que enquanto não encontrarem essa tal metade, não podem ser inteiramente felizes, completamente realizadas ou que sua existência jamais fará pleno sentido.


Isso não é exatamente uma verdade.
O fato é que amar é um privilégio e uma oportunidade maravilhosa de nos tornarmos pessoas mais evoluídas e satisfeitas.
Mas somos seres absolutamente completos.
Nascemos dotados de todas as ferramentas que precisamos para sermos felizes, independentemente de com quem estamos, onde e quando estamos...


A felicidade é uma escolha pessoal, um dom que desabrocha de dentro de cada um, um exercício diário, uma busca que se faz só.

Viemos ao mundo para uma missão que só pode ser realizada por nós mesmos e por isso nascemos únicos, singulares e individuais.


As pessoas com quem nos relacionamos, as que escolhemos para amar são nossas companheiras de jornada, são presentes e facilitadores que Deus nos enviou para tornar nossa caminhada mais leve e prazerosa.
Mas não são, nunca, de forma alguma, a nossa felicidade, a nossa realização, a essência de nossa vida.


Percebo que, muitas vezes, entorpecidos por um sentimento genuíno de amor, confundimos o que somos com o que o outro é. Atribuímos a nossa felicidade e a nossa razão de existir ao outro e perdemos a referência de nosso real valor.

Assim, passamos a acreditar que sem o outro não poderíamos nos sentir tão bem, que sem o outro toda a beleza e toda a alegria estariam perdidas, como se tudo de bom (e de ruim também) não existisse – antes de em qualquer outro lugar – dentro de nós mesmos!


É isso: tudo o que somos, sentimos e vemos, tudo o que entendemos como mundo é reflexo do que temos dentro da gente. Assim, se somos felizes ao lado de alguém que amamos é porque nos tornamos capazes de sentir felicidade e de amar.
E se somos tristes e insatisfeitos, também é porque estamos exercendo nossa capacidade de sentir tristeza e de não nos satisfazermos com o que temos.

Dessa forma, creio que está mais do que na hora de compreendermos que podemos, sim, nos tornar melhores através do amor que trocamos com alguém, mas que não é o outro que nos faz melhores e sim nós mesmos que nos permitimos crescer e ser melhor.

Ninguém é de ninguém porque não somos coisas.
Somos pessoas e pessoas são eternamente ímpares.
É o que cultivamos e alimentamos em nós que nos faz ser como somos.
A única pessoa que temos e por quem realmente somos responsáveis é a gente mesmo.

Portanto, sugiro que você comece a se apropriar de sua felicidade como mérito seu, assim como de suas tristezas e insatisfações.
E a partir de então, poderá abrir mão das pessoas, desapegar-se, compreender que o amor que você sente por alguém não torna esse alguém seu, mas apenas uma companheira de aprendizagem e de importantes descobertas.

E na mesma medida, poderá exercer todos os seus dons e suas capacidades a fim de tornar a sua vida e a das pessoas que caminharem ao seu lado pela longa estrada da vida muito melhor, mais inteiro e, sem dúvida, mais verdadeiro!

======================================================

Procura-se beijos que satisfaçam!.....

=====================================================
A impressão que tenho é de que estamos todos tentando satisfazer um mesmo desejo, porém de maneira tão individualista e ansiosa que percebemos a noção do que realmente importa. 
Assim, a carência afetiva tem se transformado numa verdadeira epidemia.
Vivemos num mundo onde tudo o que fazemos nos induz a ter cada vez mais.
Um celular novo, um sapato de outra cor, uma jaqueta diferente, uma viagem em suaves prestações...
E enquanto isso, nos sentimos cada vez mais vazios.
Nossa voz interna faz um eco que chega a doer; e tudo o que poderia nos fazer sentir melhores seria apenas um pouco de carinho.
A carência é tão grande, a sensação de solidão é tão forte que nos dispomos a pagar por companhia, por uma remota possibilidade de conseguir um pouco de carinho.
Talvez você argumente: de forma alguma, eu nunca saí com uma garota ou um garoto de programa; jamais pagaria para ter carinho!.
Pois é, mas não é de dinheiro que estou falando.
Estou falando das escolhas que fazemos, indiscriminadamente, em busca de afeto; das relações sexuais fáceis e fugazes, da liberação desenfreada de intimidade, da cama que chega às relações muito antes de uma apresentação de corações... Expomos nossos corpos, mas escondemos nossos sentimentos de qualquer maneira!!!
Ou, ao contrário de tudo isso, estou falando da amargura e do mau-humor que toma conta daqueles que não fazem nada disso, que se fecham feito ostras, criticando e maldizendo quem se entrega, quem transa, quem sai em busca de afeto a qualquer preço...
Enfim, os extremos demonstram exatamente o quanto pagamos. De uma forma ou de outra, estamos pagando pelo carinho que não damos e pelo carinho que, muitas vezes, não nos permitimos receber.
Ou seja, se sexo realmente fosse tão bom, poderoso e suficiente quanto prometem as revistas femininas, as cenas equivocadamente exageradas das novelas ou os sites eróticos, estaríamos satisfeitos, não é?
Mas não estamos, definitivamente não estamos!
Sabe por que?
Porque falta conteúdo nestas atitudes, nestes encontros.
Não se trata de julgamento de valor nem de pudor hipócrita. Não se trata de contar quantas vezes já esteve com alguém para saber se já pode transar sem ser chamada de ‘fácil’...
Trata-se de disponibilidade para dar e receber afeto de verdade, sem contabilizar, sem morrer de medo de parecer tolo; sem ser, de fato, pegajoso ou insensível... apenas encontrar a sua medida, o seu verdadeiro desejo de compartilhar o seu melhor!
Muito mais do que orgasmos múltiplos, precisamos urgentemente de um abraço que encosta coração com coração, de um simples deslizar de mãos em nosso rosto, de um encontro de corpos que desejam, sobretudo, fazer o outro se sentir querido, vivo.
Tocar o outro é acordar as suas células, é revivescer seus poros, é oferecer um alento, uma esperança, um pouco de humanidade, tão escassa em nossas relações.
Talvez você pense: mas eu não tenho ninguém que esteja disposto a fazer isso comigo, a me dar este presente.
Pois é. Esta é a matemática mais enganosa e catastrófica sob a qual temos vivido.
Quem disse que você precisa ficar à espera de alguém que faça isso por você?!?
Não! Você não precisa, acredite!
De pessoas à espera de soluções o mundo está farto!
Precisamos daqueles que estão dispostos a serem a solução!
Portanto, se você quer vivenciar o amor, torne-se o próprio amor, o próprio carinho, a própria carícia.
Torne-se a diferença na vida daqueles com quem você se relaciona, para quem você se disponibiliza.
A partir de hoje, ao invés de sair por aí dizendo que vai beijar muuuuito, concentre-se na sua capacidade de dar afeto e surpreenda-se com o resultado.
Beije sim, sem se preocupar se é muito ou pouco.
Beijar é bom, muito bom, sem dúvida; mas empenhe-se antes em trocar afeto, em se relacionar exercitando o respeito pelo outro, o respeito por si mesmo... e estou certo de que os encontros valerão muito mais a pena!

======================================================

Matamos o tempo...

===================================================
"Matamos o tempo, mas é ele que nos enterra"

O que você tem feito do seu tempo de vida?


Será que ele não tem escorrido pelos seus dedos pelo desperdício das reclamações fúteis, pelos gastos excessivos com o supérfluo?
Será que você tem tempo para as coisas que realmente importam?
Você tem tempo pra você?
Não deixe os minutos se amontoarem porque eles viram horas e horas somam-se, e formam um dia, e dias se multiplicam, e acabam virando anos, e quando você vê, Dezembro chegou, e mais um ano terminou.
Pare de "matar" o tempo com bobagens.
Com gente que não vale um pensamento sequer...
Descubra o que realmente te faz feliz e lute para "conquistar tempo" para viver.
Viver com conforto não significa luxo, nem vida abastada.
Basta paz interior.
Quem segue com paz, conquista.
Quem conquista se alegra, e quem se alegra, modifica situações,
transforma o mundo com um sorriso.
E o tempo responde com mais dias de vida, e vida com abundância.
Valorize o tempo, cada minuto é direito seu, use-o com sabedoria, e dê tempo ao tempo para sarar as feridas e construir novos projetos na sua vida.
Hoje é o primeiro dia do resto de nossas vidas....


“Aproveite e viva”.

======================================================

Às favas com o amor! Eu quero é ser feliz...

======================================================
Pois é... a sensação que tenho tido, nos últimos tempos, é de que essa busca pelo grande amor, pelo par ideal, pelo príncipe encantado, pela felicidade infinita – que deveria ter se configurado como um caminho edificante e enobrecedor – tem servido bem mais para transformar a vida de um grande número de pessoas numa insanidade absurda.



Basta repararmos um pouco mais atentamente na enorme confusão que tem sido tantas relações (com suas intermináveis tentativas de nomenclaturas) e terminaremos por concluir que nisso tudo tem algo que precisa ser urgentemente revisto, reavaliado e reconduzido.


Se estudarmos um pouco mais profundamente a história da humanidade, não demoraremos a descobrir que o comportamento entre homens e mulheres, incluindo o desejo sexual e suas mais diversas manifestações, passou por algumas transformações significativas antes de chegar neste cenário que vivemos atualmente.


Se no começo tudo era uma questão de sobrevivência e perpetuação da espécie, não faz muito tempo nasceu o desejo pelo conforto, pela fartura, pelo bem-estar.
Eis também o nascimento do amor romântico e dessa tão visceral busca pela felicidade, que ganhava – a partir de então – um sentido bem mais amplo e refinado do que tinha até então.


Daí para alcançarmos este ritmo alucinante de mudanças, não demorou quase nada.
Bem menos de um século apenas.
E neste momento vivemos como que em meio a um furacão, recheado de dúvidas, incertezas, inseguranças, expectativas e perspectivas cujas bases estão trincadas, em plena reforma...


E a pergunta se repete, incessantemente: por que tem sido tão difícil viver esse tal grande amor?
Por que embora esse pareça ser o maior desejo da grande maioria, o que reina são os desencontros?


Talvez você também já tenha vivido contradições profundas como essas.
Talvez já tenha acreditado piamente que tudo o que mais desejava era amar e ser amado e, diante desta possibilidade, não soube o que fazer, ou fez tudo errado...


Talvez já tenha dito para si mesmo, incontáveis vezes, que prefere ficar só, desfrutar de sua liberdade, preservar seu espaço e sua individualidade e, cara a cara com seu espelho, sentiu medo da solidão ou o peso quase insuportável da falta de um abraço...


E nesses momentos, convencido (?) pela atual corrente de pensamento que afirma que tudo só depende de você, o conflito interno é praticamente inevitável: o que eu realmente quero?
Se depende só de mim, por que será que as pessoas influenciam tão diretamente no modo como me sinto?
E se a responsabilidade pelo que me acontece é somente minha, por que nem sempre alcanço os resultados para os quais tanto me dediquei?


Não sei... mas diante de todos esses pontos de interrogação, tendo a concluir que este é um momento da história das relações de completa metamorfose.
O que era antes não é mais.
O que será ainda não sabemos.
Agora, somos homens e mulheres repensando seus papéis, seus desejos, seus lugares dentro dos encontros amorosos, da família e da vida em geral.


O problema, então, talvez seja o apego e o anseio por uma idéia de grande amor que é incompatível com a realidade atual.
Um grande amor que não seja castrador e submisso como o que viveram nossos avós, mas que também não seja tão livre e descomprometido como este que temos experimentado nas últimas décadas.
De preferência, que seja intenso, romântico, perfeito, cheio de encanto e paixão, como descrevem os poetas e compositores ou mostram os filmes das telas dos cinemas...
Daqueles que chegam e nos arrebatam de uma vidinha que não temos suportado carregar sozinhos (porque é exatamente assim que tenho visto muita gente esperar por um grande amor). Ah! E que seja para sempre, claro!


Não percebemos que essa busca não é coerente com as atitudes que temos tido ou com o modo de vida que temos adotado.
As engrenagens externas estão totalmente desencaixadas das internas.
Os ritmos estão desencontrados.
O que se deseja comprar não é o que está à venda e ainda assim pagamos o preço para ter o que está nas prateleiras.
Estamos perdidos entre sentir, querer, fazer, parecer e, enfim, ser!


Tudo bem... acho até que não daria pra ser muito diferente disso, já que a fase é de profundas mudanças, mas aposto que o caminho poderia ser bem mais suave e prazeroso se parássemos de acreditar que o grande-amor-dos-contos-de-fadas é a solução na qual devemos investir toda a nossa existência.


A insanidade (que é o que mando às favas, na verdade) fica por conta dessa insistência em acreditarmos que amor é um ‘estado civil’ qualquer que devemos atingir e, uma vez nele, a felicidade é certa.
Não é!
Felicidade é aquela que temos a oferecer e não aquela pela qual temos esperado.
E é também bem mais incerta, imperfeita e inconstante do que temos imaginado. Simplesmente porque somos gente e gente é assim: incerta, imperfeita e inconstante.


E quando, finalmente, aceitarmos esse fato, creio que teremos começado a compreender o que é o amor...

======================================================

07 dezembro, 2010

O Poder do Pensamento e da Palavra.....


=======================================================
Antes de pronunciar, devemos “medir” a palavra, principalmente se for dita em uma hora de destempero....
O bom ou mau emprego que os homens fazem das palavras e pensamentos é a causa da maioria das misérias ou das felicidades por que passam.


Na verdade, o mundo em que vivemos foi criado por nossos pensamentos e palavras, pois somos hoje fruto do que pensamos ontem e seremos amanhã fruto do que pensamos agora.


Todos nós, por certo, já tivemos oportunidade de ver, ao lançarmos uma pedra no meio de uma poça d’água, que se formam ondas concêntricas que vão até as margens.
Não percebemos, entretanto, que essas ondas retornam ao ponto em que caiu a pedra.
É o que ocorre com os pensamentos e palavras que emitimos e pronunciamos.
Eles põem em movimento certas vibrações que se propagam em círculos crescentes até alcançarem o universo, voltando em seguida ao seu emissor.


Basta meditarmos um pouco a esse respeito para verificarmos que, de fato, os pensamentos são como mensagens que enviamos e retornam a nós, mais cedo ou mais tarde.


Dos sinais escritos ou sonoros que utilizarmos para comunicarmos com nossos semelhantes, a PALAVRA, é a unidade mais simples.
A comunicação pela palavra vocal, é uma das experiências mais admiráveis de nossa condição de seres espirituais e biológicos.
Com uma simples vibração sonora, captada pelo ouvido do interlocutor, podemos transmitir as idéias abstratas e os sentimentos mais sutis.
Deduz-se pois, ser um aviltamento da dignidade humana, valer-se da PALAVRA que é um puro sinal, para veicular a MENTIRA.
Em várias oportunidades empenhamos nossas palavras através de juramento, os quais, não devemos olvidá-los jamais.
Se temos discernimento suficiente para distinguir o BEM do MAL, o CERTO do ERRADO, a VERDADE da MENTIRA, a JUSTIÇA da INJUSTIÇA, por quê, juramos?

 
Nossas palavras, devem ser tão honestas que correspondam à sua função de possibilitar a comunicação entre os homens e especialmente entre as pessoas, à base da VERDADE, da LIBERDADE, da SINCERIDADE, da JUSTIÇA para que efetivamente, sejamos todos iguais nos nossos DEVERES, DIREITOS, na LIBERDADE DE PENSAR, seguir, agir e sobretudo na MORAL.


A MORAL dignifica e eleva o homem, possibilitando o seu ingresso na Sublime Instituição.
Na PALAVRA não deve haver sofisma que é o argumento falso, intencionalmente feito para induzir outrem ao erro.


E quantos já não foram persuadidos ao erro?


Todos estamos sujeitos a cometer erros. Ninguém alcançou a alta posição em que se ache tão livre do erro, e quando alguém chega a esse estado, não condena; compadece-se das condições limitadas de seu irmão e procura fazer-lhe mais fácil a vida pela alegria e a bondade. Lembremo-nos do poder do pensamento e empreguemo-lo para ajudar e não para dificultar.


Devemos despir-nos das ilusões de erudição e intelectualidade e com a grandeza que pressentimos pelo coração, sem desprezar os Irmãos menos ilustrados e que entendemos pela razão, veremos que nosso caminho na vida se tornará mais fácil e nosso ambiente mais harmonioso e belo.


A PALAVRA, pode mudar o sentido da intenção; daí, a razão para que nos exercitamos em dizer somente a VERDADE e nada mais que a pura VERDADE. A PALAVRA certa deve ser o reflexo exato de nossa idéia. A PALAVRA exata deve ser o instrumento perfeito para corrigir, ensinar, esclarecer, orientar e sobretudo, decidir com segurança e firmeza. A PALAVRA deve ser o cinzel de esculpir amigos e IRMÃOS; deve ser o instrumento da PAZ universal e a base fundamental para o justo e perfeito funcionamento das Oficinas do bem, que aqui estão para nos fazer aprender e progredir e para tanto nos solicita ações e palavras compatíveis.


Falemos pois com reflexão, usando apenas palavras incentivadoras do bem, do amor e da verdade, dando o exemplo daquilo que queremos para todos nós, qual seja a tarefa de lapidar os nossos próprios defeitos; - já disse alguém que, ao apontarmos nosso indicador para condenar uma pessoa, estamos apontando, ao mesmo tempo, o mínimo, o anular e o médio para nós mesmos. Isto significa que o mal que vemos nos outros está em nós, embora algumas vezes em estado latente, assemelhando-se à gota d’água que, se olhada ao microscópio, apresenta inúmeras impurezas, apesar de a vermos normalmente cristalina e pura.


Certas expressões, determinadas palavras, especialmente as chulas e pejorativas, devem ser evitadas. Se já o deve ser em nosso cotidiano, até por uma questão de decência e educação, que dizer então quando no uso da PALAVRA, dirigindo-nos aos Aprendizes e Companheiros que esperam o melhor de seus Mestres? Sim, pois, considerando que o objetivo das empresas do bem é o aprimoramento intelecto-moral do ser humano, toda expressão, frase, palavra que usemos, que seja para construir, elevar, moralizar.


Convenhamos que certas palavras e expressões do cotidiano da vida humana denigrem a boa formação moral que desejamos conquistar e transmitir às pessoas que porventura nos ouçam.


Lembremo-nos de que: “Da conduta dos bons depende o destino da Sublime Instituição”.


Claro que isto não é exclusivo com o uso da PALAVRA, mas estende-se a toda e qualquer atividade, qualquer que seja ela em sua execução das empresas do bem, devem estar coerentes com a própria índole doutrinária na condução da moral e da ética, que são: a seriedade, bondade, afeto, respeito, solidariedade, discrição, caridade, tolerância, enfim... Todos os caminhos que levam ao bem..... a fraternidade.....


Aqui falamos entre Irmãos. É aqui que desbastamos e lapidamos os nossos erros e exaltamos os nossos acertos. Se temos uma idéia para apresentar, devemos fazê-lo não importa se falamos o idioma corretamente, com incorreções ou sotaques, com eloqüência, adornos empolados ou pomposos.
Nada adianta a forma primorosa do discurso, se vazio de conteúdo.


É claro que uns falam com facilidade, as palavras fluem maravilhosamente em seus lábios e outros tropeçam a cada palavra pronunciada, mas o importante é que a imaginação, a idéia, seja externada aos demais.
Não é por não sabermos falar em público que vamos deixar de apresentar a nossa opinião, a nossa sugestão, a nossa crítica construtiva, sobre determinado assunto.
O bem deve ser pronunciado sempre, principalemnte em nossa casa, e jamais fivarmos mudos diante de assuntos que nos afetam e afetam ao nosso proximo.


Mesmo quando argumentam algo sobre o que discordamos, sempre podemos elogiar a justeza e os conceitos apesar do nosso desacordo.
Isso ameniza a argumentação e contribui para o respeito mútuo entre as pessoas. Não haverá susceptibilidade ferida.
Chega até a causar no discordado a agradável impressão de que “cresceu”. O amor próprio permanece intacto e chega-se ao objetivo deixando como lastro um bom clima de entendimento na casa, irmanando-nos cada vez mais.
Quem meditar sobre isto, acabará por concluir que usamos impropriamente o verbo perder, pois na realidade ganhamos. Ganhou o Irmão do qual discordamos e ganhamos todos nós.


Mas vejam bem meus Irmãos, até em simples votação em Ordem do Dia, acontecem desentendimentos e até a propalada quebra de harmonia, quando um Irmão se aborrece por uma proposta sua ter sido rejeitada.
Será que somos o supra-sumo, o auge, o requinte da verdade, para que todas as nossas propostas sejam as melhores e aprovadas? Temos que ser humildes e submeter-nos à sabedoria dos bons e humildes, e daqueles que já passaram pela vida, com a sua vivência e experiência, que é formada por homens livres e de bons costumes.


Se desejarmos um mundo melhor, procuremos em primeiro lugar, melhorar-nos controlando nossa mente e nossa língua, a fim de não ferirmos ninguém por pensamentos ou palavras.


Como seres humanos do Grande Arquiteto do Universo, prestemos, pois, muita atenção no que PENSAMOS, no que FALAMOS e no que FAZEMOS, e como fazemos, procurando sempre construir a nossa casa com um mundo de harmonia, felicidade e paz, mediante a argamassa de pensamentos de compreensão e reflexão, e tijolos de palavras de amor e bondade, mesmo que o cimento leve um pouco te tempo para secar e fortalecer os alicerces, a base será sólida para as futuras gerações de nossa casa....
Assim seja....


======================================================

23 novembro, 2010

Sem etiqueta, sem preço.....

======================================================
Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que um sujeito desce em uma estação do metrô em Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.
Encosta-se próximo a entrada.
Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era JOSHUA BELL, um dos maiores violonistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dolares.
Alguns dias antes, BELL havia tocado no Synfony Hall de Boston, onde os melhores lugares custavam a bagatela de mil dolares.
A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa lançada por um grande jornal era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor as coisas, quando estão num contexto.
BELL no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é mais um exemplo daquelas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares, e que não damos importância, porque não vem com etiqueta de preço.
Afinal o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?
É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser.
Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?
Será que não estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
Uma empresa de cartões de crédito vem investido, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários intens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa:" Não tem preço".
E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, que não se compra.
Não se compra a amizade, o amor, a feição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.
Não se compra raios de sol, nem gotas de chuva. Não se compra ouvir o vento passas sibilando pelo tronco oco de uma árvore....é grátis...
Não se compra o carinho de uma criança que corre ao nosso encontro ese pendura no nosso pescoço, isso não tem preço....
O abraço que ela dá em volta do pescoço não tem preço, não está a venda em nenhuma joalheria.
O calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.
O ar que repiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores nos é dado por Deus, gratuítamente.
Pensemos nisso e aproveitemos mais tudo que está ao nosso alcance, sem preço, sem patente registrada, sem etiqueta de grife.
Usurfruamos mais dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre uma manifestação de afeto é unico, extraordinário e especial.
Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sendo gratos pelo que nos é ofertado, e sejamos felizes hoje, agora, já.... enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nossos corações, que buscam e buscam viver com toda a plenitude os momentos felizes de pessoas apaixonados pela vida...


=======================================================

15 novembro, 2010

O Teste de Fogo da "VERDADE".....

 ======================================================
Nenhum relacionamento pode crescer se você continuar evitando se expor.

Se você continuar sendo astuto, erguendo salvaguardas, se protegendo, só as personalidades se encontrarão e os centros essenciais continuarão sozinhos.
Só a sua máscara estará se relacionando, não você.
Sempre que algo assim acontece, existem quatro pessoas no relacionamento, não duas.
Duas pessoas falsas continuam se encontrando, e duas pessoas verdadeiras continuam separadas uma da outra.
Existe um risco.
Se você for verdadeiro, ninguém sabe se esse relacionamento será capaz de compreender a verdade, a autenticidade; se esse relacionamento será forte o suficiente para vencer a tempestade.
Existe um risco, e, por causa dele, as pessoas continuam se protegendo.
Elas dizem o que deve ser dito, fazem o que deve ser feito.
O amor se torna algo como um dever.
Mas assim a realidade continua faminta, e a essência não é alimentada, e vai ficando cada vez mais triste.
As mentiras da personalidade são um fardo muito pesado para a essência, para a alma.
O risco é real, e não existem garantias, mas eu lhe digo que o risco vale a pena.
No máximo, o relacionamento pode acabar.
Mas é melhor se separar e ser verdadeiro do que ser falso e viver com outra pessoa, pois esse relacionamento nunca será gratificante.
As bênçãos nunca recairão sobre vocês.
Você continuará faminto e sedento, e você continuará se arrastando pela vida, só esperando que algum milagre aconteça.
Para que o milagre aconteça, você precisa fazer alguma coisa: comece sendo verdadeiro, com risco de que o relacionamento não possa ser forte o bastante para resistir a isso.
A verdade pode ser dura demais, insuportável, mas nesse caso o relacionamento não vale a pena.
Por isso é preciso passar pelo teste.
Depois que for verdadeiro, todo o restante se torna possível.
Se você for falso — só uma fachada, uma coisa artificial, um rosto, uma máscara — nada é possível.
Porque com o falso, só o falso acontece; com o verdadeiro, só a verdade.
Eu entendo o seu problema. Esse é o problema de todos os casais: eles têm medo dessa atitude de ir mais fundo.
Eles vivem perguntando se esse relacionamento será forte o bastante para suportar a verdade.
Mas como você vai saber de antemão?
Não há como saber.
A pessoa precisa fazer para saber.
Como você vai saber, sentado na sua casa, se conseguirá vencer a tormenta e o vento lá fora?
Você nunca esteve numa tormenta.
Vá e veja. Tentativa e erro é a única maneira — vá e veja.
Talvez você seja derrotado, mas até nessa derrota você se tornará mais forte do que é agora.
Se uma experiência derrota você, depois outra e outra, pouco a pouco a própria vivência da tempestade vai tornando você mais forte.
Chega um dia em que você simplesmente começa a se deliciar com a tempestade, você simplesmente começa a dançar na tempestade.
Então ela deixa de ser sua inimiga.
Isso também é uma oportunidade — uma oportunidade delirante — para ser.
Lembre-se, o ser nunca acontece de modo confortável; do contrário aconteceria a todos.
Ele não pode acontecer de modo conveniente; de outro modo todo mundo teria o seu próprio ser autêntico sem nenhum problema.
O ser só acontece quando você assume riscos, quando você enfrenta o perigo.
E o amor é o maior perigo que existe.
Ele exige você totalmente.
Portanto não tenha medo, mergulhe de cabeça.
Se o relacionamento sobreviver à verdade, será maravilhoso.
Se ele perecer, isso também é bom, porque um relacionamento falso chegou ao fim, e agora você poderá iniciar outro — mais verdadeiro, mais sólido, mais relacionado à essência.

=======================================================

07 novembro, 2010

Bases para nossa Reforma Íntima....

======================================================
A maior dificuldade para se fazer a tão falada Reforma Íntima é justamente saber o que devemos nos reformar - o que está de errado em nós?
A partir daí então, devemos passar para outra grande dificuldade que é praticar a Reforma em nossa personalidade, em nosso modo de agir e até mesmo no pensar.

Um roteiro para nossa reforma íntima:

1) Falar sempre de forma INATACÁVEL;


2) Não tomar nada como pessoal;


3) Não fazer suposições ;


4) Fazer o melhor que pudermos com o máximo de nós.


Parece simples, mas não é:


Quantas vezes não comentamos sobre alguém, atacando aquela pessoa com suas más características, más tendências ou condutas; quantas vezes não agredimos diretamente o próximo, geralmente um familiar ou companheiro?

Quantas vezes recebemos críticas que poderiam ser usadas para o nosso melhoramento e levamos para o lado pessoal ficando ainda magoado com aquela pessoa.

Quantas vezes criamos suposições a respeito das pessoas e quando verificamos é algo totalmente diferente.


Quantas vezes deixamos a preguiça adiar projetos, ou entramos em atividades sem a dedicação merecida resultando fracassos profissionais e pessoais!


Exerçamos nossas vivências diárias para benefício próprio, não atacando ninguém de forma verbal, não tomando nada como pessoal, sem fazer suposições, fazendo sempre o melhor que pudermos sem ultrapassar nossos limites.

"Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos".
 
======================================================

28 outubro, 2010

Semear o bem....

=====================================================
Há um jeito que é só seu, de semear o bem.

Se tem sabedoria para falar, fale!
Há pessoas precisando de quem lhes rasque novos horizontes.
Se tem o dom de ouvir, ouça!
Há pessoas precisando falar para reogarnizar os pensamentos e sentimentos.
Se tem o dom de enxergar os talentos alheios, enalteça-os!
Há pessoas que desabrocham por conta de alguém que lhes reconheça um dom.
Se tem discernimento o bastante para fazer uma observação construtiva, faça-a!
Há pessoas persistindo no mesmo erro, por falta de alguém que as alerte com carinho e firmeza.
Se você não tem vocação para engajar-se em movimentos filantrópicos de grande alcance, tenha em mente que o maior bem a ser semeado começa dentro do seu lar.
Oferte a sua canção, a sua poesia, a sua hospitalidade, aquele prato que ninguém sabe fazer igual.
Oferte a sua diplomacia, a sua liderança ou a sua capacidade de atuar em segundo plano para o bem comum.
Oferte o seu talento para contar piadas e fazer rir.
A sua ternura natural no trato com crianças, idosos ou animais.
A sua capacidade de manter o sangue frio nas horas de crise, quando todos em sua Volta desabam.
A sua santa paciência de permanecer num hospital ao lado de um enfermo terminal, ou de varar a noite num velório, naquela hora crítica em que todos vão embora.
Há um jeito que é todo e só seu, mesmo que seja ofertar uma flor sem ser dia de nada.
Mesmo que seja afagar as folhas de uma árvore, cantar junto com o seu canarinho, alisar o pelo de seu bichinho de estimação, aquele que você salvou da enxurrada.
Mesmo que seja uma prece sincera feita no silêncio do seu quarto.
Na contabilidade divina, pouco importa se o seu jeito de semear o bem alcançar uma criatura ou milhões de criaturas.
Você está fazendo a sua parte, de um jeito que é só seu.
É só isto que realmente importa!
Que sua semana seja plena de realizações no Bem.
Paz, Luz e meu abraço fraterno pra você.

=======================================================

07 outubro, 2010

CURANDO RELACIONAMENTOS .....

=====================================================
Curar nossos relacionamentos é a nossa própria escolha, já que na verdade não são os outros que estamos perdoando realmente.
São apenas nossas próprias atitudes e julgamentos a respeito deles que precisam ser perdoados.
São os nossos pensamentos e julgamentos hoje, e não mais a outra pessoa, que nos causam dor no presente.
E já que estes pensamentos e julgamentos são nossos, apenas nossos, somos nós que precisamos nos empenhar em perdoar, em mudar nossa mente e nos libertar das queixas passadas.
É POSSIVEL CURAR TODOS OS RELACIONAMENTOS?
Sim!
É possível curar não apenas alguns, mas todos os nossos relacionamentos
Podemos fazê-lo desistindo de qualquer forma preconcebida, ou dos roteiros mentais que tenhamos escrito sobre os outros .
Podemos fazer isso nos dispondo a acabar com todas as queixas e pensamentos de agressividade.
E podemos fazer isso por meio do processo do perdão.
* Reconhecendo que não somos vítimas dos nossos relacionamentos e, sim, participantes deles.
* Optando por ver os outros como seres que nos amam ou, caso os percebamos como nossos agressores, optando por vê-los como seres cheios de medo.
*Lembrando que aquilo que percebemos nos outros e no mundo exterior é uma projeção dos pensamentos - quer positivos quer negativos - contidos em nossa mente.
* Tornando-nos "buscadores de amor" em vez de "buscadores de defeitos".
* Direcionando a nós mesmos e escolhendo ser interiormente pacíficos, não importando o que esteja acontecendo fora de nós..
Podemos começar a reconhecer que a cura dos nossos relacionamentos está diretamente ligada à Cura das Atitudes que estamos conservando em nossa mente a respeito desses relacionamentos.
AFIRMAÇÕES
1-Escolho curar meu relacionamento comigo mesmo deixando que o hábito de julgar a mim mesmo se vá.
2 - Escolho unir-me aos outros, em vez de me separar deles, abandonando meus julgamentos sobre eles.
3 - Escolho rasgar todos os roteiros que escrevi para o modo como acho que as pessoas deveriam ser em minha vida.
4 - Escolho lembrar que o que realmente conta em meus relacionamentos não é quanto eu faço ou digo... mas sim com quanto amor eu faço ou digo.
5 - As palavras que eu escolho em minhas comunicações sempre determinam se minha intenção é unir ou separar.
6 - Hoje, eu escolho lembrar-me de que realmente mereço o direito de ser feliz.
7 - Hoje, eu escolho desistir de me sentir uma vítima dos meus relacionamentos e assumirei a responsabilidade por minha vida.
8 - Sempre que ficar preso no passado ou no futuro, escolherei lembrar-me de que o amor só pode ser vivenciado no presente.
9 - Posso optar pelo amor em vez do medo, em todos os meus relacionamentos.
“O inimigo não está a nossa frente, mas dentro de nós.
Defesas refletem feridas. Ataques são gritos por amor. Relacionamentos são oportunidades de saber quem somos”.



======================================================